quarta-feira, 26 de maio de 2010
"She's a good girl, loves her mama, and I'm a bad boy cos I don't even miss her, I'm a bad boy for breakin' her heart, and all the bad boys are standing in the shadows all the good girls are home with broken hearts. Gonna free fall out into nothin' gonna leave this world for a while, and I'm free, free fallin', yeah I'm free, free fallin'.." agora a minha musica preferida me lembra você.
terça-feira, 25 de maio de 2010
Cansei. Sabe por quê? Porque eu não vou ficar aturando idiotices que todos acham que é brincadeira e ninguém intende que todas essas coisas me machucam muito, muito mesmo. To cansada de pessoas futéis, de todas as que andam ao meu redor ultimamente. To cansada de falsidade, de interesse. To cansada de ser motivo de zombação só porque não sou igual a todo mundo. To cansada de correr atrás de você, porque correr atrás de você é o mesmo que esperar que essa minha dor passe. To cansada dessa solidão disfarçada de uma falsa felicidade. To cansada de ser magoada por pessoas que eu nunca achei que fossem capaz disso, eu não quero ser chamada de "otária" por ninguém, nem de mal comida, muito menos se isso vier de alguém que nunca se espera. To cansada, chega. Não posso dizer que não tive momentos felizes aqui, é que não to acostumada a entrar na sala de aula e ninguem me da oi, ninguem pergutar "como vai você?"; não to acostumada a conversar com duas pessoas na sala e o resto me odiar; não to acostumada a perder 9 melhores amigas de uma hora pra outra. Por isso chega, to triste, e ninguém intede a minha dor, ninguem quer mesmo me ouvir ou ajudar, agora sou só eu.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Essas frases soltas, essa vontade de escrever sobre nós, mas não posso, porque é tornar muito grandioso algo que nem sei mais se sinto, se minto, crio. Eu prefiro morrer sua amiga do que quebrar algum elo misterioso e te perder para sempre.
É complicado isso tudo, o não gostarem de mim, o vazio da tarde, o pensamento na aula, tudo isso vem sendo muito chato. E eu que sempre me achei tão diferente, tão cheia de qualquer coisa que se misture com o novo, tudo isso, nada é verdade. E você nem sabe como é estranho essa situação. E tudo que escrevo é para que algo te surpreenda, te atinja, e me traga conforto, alivio, mas nada vem tendo muito sucesso. Só queria atenção. Que ao menos entendesse que não faço isso pelos outros, não peço aqui uma mudança de hábito, só queria consolo, na verdade, não gosto dessa solidão disfarçada de felicidade, essa que vem me perseguindo a dias.. Enfim, é bem o tipo de coisa que se escreve de noite, no frio, com um meio sorriso, pensando em você.
É complicado isso tudo, o não gostarem de mim, o vazio da tarde, o pensamento na aula, tudo isso vem sendo muito chato. E eu que sempre me achei tão diferente, tão cheia de qualquer coisa que se misture com o novo, tudo isso, nada é verdade. E você nem sabe como é estranho essa situação. E tudo que escrevo é para que algo te surpreenda, te atinja, e me traga conforto, alivio, mas nada vem tendo muito sucesso. Só queria atenção. Que ao menos entendesse que não faço isso pelos outros, não peço aqui uma mudança de hábito, só queria consolo, na verdade, não gosto dessa solidão disfarçada de felicidade, essa que vem me perseguindo a dias.. Enfim, é bem o tipo de coisa que se escreve de noite, no frio, com um meio sorriso, pensando em você.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
E eu nem sei mais o que escrever para que essa dor acabe, não sei mais. Fico aqui conversando e falando de saudade, de carinho, de você. É estranho, muito estranho querer alguém que não se vê, não se toca, não se ouve, não se sente, não se pode contar. Então eu sinto falta do que? De lembranças, do passado? Sinto falta daquele que virou personagem? Não quero muita coisa. Apenas que me façam esquecer, ou ter você. Porque hoje, machucou tanto esses sentimentos, me fez querer falar contigo, te ligar, ir ai agora que já sei onde você mora, mas não pude e nem posso. Eu tenho medo disso, de você achar que é tudo bobagem. Eu também tenho medo, de expor demais o que sinto através das palavras que nunca soaram enganosas, apenas revelam sentimentos. É que carrego uma angústia enorme de me enganar muitas vezes, de escolher sempre errado.
domingo, 16 de maio de 2010
E ele nem sabe, nem sabe que aquele sorriso dele me tirou da minha rotina de textos para pessoas ausentes, ele nem sabe que cada palavra eu absorvia não acreditando que estava curada. Ele me libertou de você e isso foi tão bom e ele nem sabe que mudou tudo, que fico rindo como boba, que fico cantando as músicas sorrindo, ele nem sabe, mas mudou muita coisa.
E se você decidir continuar com ele? Eu seria capaz que aguentar? Sim. Eu sou forte, eu sei que posso, mesmo porque o que houve entre nós não foi nada comparado a quimica que existiu entre vocês. Eu vou me conformar, eu sempre me conformo, eu sempre engulo, mais admito que sempre existirá um fundo de tristeza, um sopro no meu coração, e existirá para sempre uma vontade de você. Meu estranho mais conhecido capaz.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Tatuagens
Com o tempo, paciência e uma pequena ajuda do ginásio, aprendemos que existe sempre uma nova chance, existe sempre um novo sopro que anima o coração, há sempre uma nova vida mesmo aqui ao virar da esquina feita à nossa medida. A ferida está lá, agora protegida por novas camadas de pele cicatrizante. Não dói nem vai doer para sempre, mas estará para sempre tatuada. Há de aprender também a viver com as nossas cicatrizes.
Assim como quando sepultamos alguém de quem gostamos muito, a dor acalma, torna-se mais leve, falamos já dela com um sorriso malandro e auto-julgamos a nossa parvoeira. E a tatuagem continua lá, defenida por debaixo das camadas da auto-estima com que a cobrimos, mas aprendemos que somos feitos e programados de antemão com a capacidade única de nos reciclármos a cada novo amor; ganhamos de novo estofo, coragem e entusiásmo quando na sombreira da porta aparece uma nova sombra. E é aí que perdemos de novo a auto-estima e nos tornamos, outra vez, as maiores patetas de sempre, acreditamos de novo e criamos uma nova tatuagem.
Assim como quando sepultamos alguém de quem gostamos muito, a dor acalma, torna-se mais leve, falamos já dela com um sorriso malandro e auto-julgamos a nossa parvoeira. E a tatuagem continua lá, defenida por debaixo das camadas da auto-estima com que a cobrimos, mas aprendemos que somos feitos e programados de antemão com a capacidade única de nos reciclármos a cada novo amor; ganhamos de novo estofo, coragem e entusiásmo quando na sombreira da porta aparece uma nova sombra. E é aí que perdemos de novo a auto-estima e nos tornamos, outra vez, as maiores patetas de sempre, acreditamos de novo e criamos uma nova tatuagem.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
De que tipo, eu não sei.
Na minha leiga concepção, existem apenas dois tipos de homem no mundo: os que fazem você se sentir bem e os que fazem você se sentir um lixo. É simples assim. Quando você sai com um cara que te faz se sentir bem, você volta pra casa feliz, radiante. E com o humor nas alturas. Quando você sai com um cara que te faz se sentir um lixo, você chega em casa aos trapos. Com um desassossego que não te deixa. E com um vazio que ninguém explica. Entendam: a noite pode ter sido incrível. Mulheres inteligentes sabem que noites incríveis nem sempre rendem dias-seguintes igualmente incríveis. E é bem aí que eu quero chegar. Primeiro, não somos inteligentes de imediato quando se trata de paixão, química. E pele. Somos românticas e carentes. Segundo, não temos bolas de cristal, não sabemos se o cara se acha a última bolacha do pacote, se ele é um mentiroso nato, se ele vai abrir a porta do carro e depois se mostrar o abominável homem das neves dentro de uma calça Diesel. A verdade é que quando a gente sai a primeira vez com um cara, nunca sabemos ao certo como vai ser. Ou como o moço realmente é.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Come to me?
E quem é que gosta de ser rejeitado? Ninguém. Ninguém gosta de levar um não. Mas será que aquilo foi mesmo um não? Vê se me entende. Ele queria, ele demonstrou querer, tudo parecia terminar bem, mas não foi assim que aconteceu. Eu tinha vontade de dizer "Chega em mim sem medo, toca no meu ombro, olha nos meus olhos, chegue mais perto", como em canções de rádio, clipes de TV. Mas e será que aquilo foi um não? Antigamente eu sabia exactamente o que fazer. Mas hoje me encontro perdida, sem saber o que fazer, sem saber como agir. Mas eu não preciso entender, preciso? Não. É só agir, deixar acontecer. Assim é bem mais fácil. Agir e ponto. Mas preciso mesmo fazer alguma coisa? E devo fazer alguma coisa? E vai adiantar? Será que você sentiu algo ao menos parecido com o que eu senti naquele instante? Eu "to" cansada, não intendo mais nenhuma palavra que dizem por aqui, não vou me preocupar com o que eu vou fazer, se é que vou fazer alguma coisa. Eu pretendo apenas me deixar embalar pelo rítimo da sua voz e ver até onde posso chegar e no fundo eu sei que isso irá me fazer bem, pois pensar em você, mesmo que angustiante, me faz bem, me provoca tormento, é incrivél ver o que você causa em mim, agora vem, vem pra mim, me mostrar o caminho certo a seguir, como naquela velha canção.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
Chorar por tudo que se perdeu, por tudo que apenas ameaçou e não chegou a ser, pelo que perdi de mim, pelo ontem morto, pelo hoje sujo, pelo amanhã que não existe, pelo muito que amei e não me amaram, pelo que tentei ser correto e não foram comigo. Meu coração sangra com uma dor que não consigo comunicar a ninguém, recuso todos os toques e ignoro todas tentativas de aproximação.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
My newest song
Eu queria saber o que eu faço de errado mesmo que não fosse pra mudar, porque eu sei que gosto de ser assim, mas só para saber, porque é que você não me quis? Minha mãe me acha linda e minhas amigas dizem que eu sou fofa e lindinha, mas você nem se quer reparou qual era a cor dos meus olhos !
Por um acaso do destino eu estava lá, no mesmo lugar que você, lá, onde você estava. O barulho era altissimo ninguém ouvia ninguém, você pegava em minha nuca para que eu pudesse te ouvir falar sobre suas músicas preferidas e sobre o nosso gosto musical parecido. E mesmo sabendo que ela era compromissada quis continuar ali ao lado dela, mas e porque não do meu? Eu sei, eu sei, não tinha lugar ao meu lado, mas se você quisesse a gente podia dar aquele jeitinho. E você podia ter ficado com as mãos sobre a mesa; embora eu soubesse que pra você estava tudo bem, que você não queria sair dali. Tudo bem, eu não entendi qual foi a sua e pelo visto nem vou entender, posso tentar deixar essas coisas de lado esquecer um pouco de você como homem pretendente, mas eu não posso e nem vou prometer que não vou enlouquecer com as muitas coisas que você vai dizer, com as múscias que você vai me mandar, ou com os muitos recadinhos que você virá a receber das muitas meninas loucas por você. Eu não quero nada de você. Não, mais pedir você, seria muito? Foi o primeiro cara que eu me interessei por aqui, talvez seja por isso, pra eu aprender que não podemos ter sempre o que queremos.
Talvez logo eu serei apenas mais uma fã da sua banda e talvez ainda você nem se lembre como eu te conheci, e tão pouco a cor dos meu olhos, o timbre da minha voz, ou meu perfume, mas isso, por mais chato e triste que pareça e acredite ou não é, faz parte não é mesmo? Mas eu continuo achando que fiz o certo, eu fui eu o tempo todo, somente eu, com o meu gosto pra música diferente, com a minha loucura, com a minha tristeza e com a minha felicidade, com o meu perfume, com a cor dos meus olhos, com o meu timbre de voz. Eu simplismente mostrei ser quem eu sou, nada mais. E talvez tenha sido esse o problema, será?
Por um acaso do destino eu estava lá, no mesmo lugar que você, lá, onde você estava. O barulho era altissimo ninguém ouvia ninguém, você pegava em minha nuca para que eu pudesse te ouvir falar sobre suas músicas preferidas e sobre o nosso gosto musical parecido. E mesmo sabendo que ela era compromissada quis continuar ali ao lado dela, mas e porque não do meu? Eu sei, eu sei, não tinha lugar ao meu lado, mas se você quisesse a gente podia dar aquele jeitinho. E você podia ter ficado com as mãos sobre a mesa; embora eu soubesse que pra você estava tudo bem, que você não queria sair dali. Tudo bem, eu não entendi qual foi a sua e pelo visto nem vou entender, posso tentar deixar essas coisas de lado esquecer um pouco de você como homem pretendente, mas eu não posso e nem vou prometer que não vou enlouquecer com as muitas coisas que você vai dizer, com as múscias que você vai me mandar, ou com os muitos recadinhos que você virá a receber das muitas meninas loucas por você. Eu não quero nada de você. Não, mais pedir você, seria muito? Foi o primeiro cara que eu me interessei por aqui, talvez seja por isso, pra eu aprender que não podemos ter sempre o que queremos.
Talvez logo eu serei apenas mais uma fã da sua banda e talvez ainda você nem se lembre como eu te conheci, e tão pouco a cor dos meu olhos, o timbre da minha voz, ou meu perfume, mas isso, por mais chato e triste que pareça e acredite ou não é, faz parte não é mesmo? Mas eu continuo achando que fiz o certo, eu fui eu o tempo todo, somente eu, com o meu gosto pra música diferente, com a minha loucura, com a minha tristeza e com a minha felicidade, com o meu perfume, com a cor dos meus olhos, com o meu timbre de voz. Eu simplismente mostrei ser quem eu sou, nada mais. E talvez tenha sido esse o problema, será?
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